quarta-feira, 26 de abril de 2017
Precisava escrever
Precisava escrever
Tornar letra e cadência o não dito
Cada sentimento,
só escrito,
que desfaz o nó na garganta
Desculpa, isso aí é ser Santa!
E o sufoco que impede o ar,
a vida,
a esperança,
o olhar,
se despede no gole AMARgo
entre papéis, tintas e solidão
na melodia de outra estranha canção
que compõe outra noite vazia.
E para hoje:
Nada do que só ontem havia.
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Fernanda de Lima Almada
05 de março de 2016
21:10h
#Poesia #InstaPoesia #PrecisavaEscrever #EuVejoPoesiaEmTudo#MulheresQueVersam
#FotoAmadora #6tag #Lumia #Lumia730
#NoFilter
Sem Canto
Enquanto enCanta em cantos do céu
Seu sol é sempre seu
Brilho em trilhas aéreas
Etéreas
É terno
até o suspiro da noite,
do frio, escuridão
Sem vôos; só chão
e vermes, ainda em vida,
nesse ciclo eterno de chegada e partida.
Não há nenhuma outra saída
senão, cantar, voar
e VI-VER
enquanto ainda há vida.
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Fernanda de Lima Almada
28 de fevereiro de 2016
15:55h
#Poesia #InstaPoesia#EuVejoPoesiaEmTudo
#PoesiaDoOlhar #Cantar #Voar #Viver#Vida #Morte #Pássaro #SemFiltro
Traça
Num traço de tempo
Na trança da moça
Na louça, na poça
Na praça, no terço
Na peça que faço
No limite que traço
Nos sonhos que teço
Esperança na taça
Vida, sentido que farsa
não importa o que faça
(Passa).
E ali, a traça.
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Fernanda de Lima Almada
Uberaba, 26 de fevereiro de 2016
11:36h
#Poesia #EuVejoPoesiaEmTudo
#PoesiaDoOlhar
Olho
Alguns estranhavam seus olhos.
"São irreais", diziam
sem se darem conta de que a verdade se escondia
- triste -
era por traz de seus sorrisos.
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Fernanda Almada
Uberaba, 15 de fevereiro de 2016
Encontro / Encanto
Encontro
Encanto
- Reconheço você!
(No bom estilo do poeta).
E com você
E sobre você
eu conto em cantos
e em todo coração
expressões de liberdade e leveza
de anos de encontros e reencontros
atravessados por afetos
- os melhores e mais intensos -
no plural que, espontâneo, cresce
Como deve ser todo Amor verdadeiro
que a cada dia floresce. 💕🌹
___________
Fernanda Almada
Uberaba, 03 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Diário de Luta
Na penumbra do quarto escuro
sujo, úmido e solitário...
Vi passarem nas frestas as sombras...
Essas sim fantasmagóricas.
sujo, úmido e solitário...
Vi passarem nas frestas as sombras...
Essas sim fantasmagóricas.
Delírio é a camisa de força que não permite criar.
Doidice é o muro alto que não tolera a beleza do mundo e o perfume das flores...
Desvario é a impessoalidade...
Alucinação é a solidão!
Um aglomerado de puro desatino!
Doidice é o muro alto que não tolera a beleza do mundo e o perfume das flores...
Desvario é a impessoalidade...
Alucinação é a solidão!
Um aglomerado de puro desatino!
E quando ouço, é nítido.
E quando vejo, é claro.
E quanto sinto, é além...
E quando vejo, é claro.
E quanto sinto, é além...
Aquele frio que enlaçava e cortava os pulsos
hoje é calor humano que aqui conforta e liberta.
E daquele instante de loucura destrutiva
agora se dá a vida, a paixão e a criação...
hoje é calor humano que aqui conforta e liberta.
E daquele instante de loucura destrutiva
agora se dá a vida, a paixão e a criação...
E eu, dono de mim,
componho com tinta, papel, música e poesia
dias cada vez mais leves, livres e coloridos.
componho com tinta, papel, música e poesia
dias cada vez mais leves, livres e coloridos.
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Fernanda de Lima Almada
17 de maio de 2010
(e hoje e sempre!)
Fernanda de Lima Almada
17 de maio de 2010
(e hoje e sempre!)
domingo, 10 de janeiro de 2016
MuDANÇA de OlhAR
Sons e ventos
e a força tosca
de fiéis escurece_dores de cores,
Como espelho sujo
de reflexo enegrecido e fraqueza.
(Franqueza? Não, não...)
e a força tosca
de fiéis escurece_dores de cores,
Como espelho sujo
de reflexo enegrecido e fraqueza.
(Franqueza? Não, não...)
Basta!
Suspende o ato ilícito.
Suspende-se da cova!
Suspende o ato ilícito.
Suspende-se da cova!
"Covardia" - pensou.
A cova ardia!
"Adia a ação."
"Afia a língua."
(Agia em consonância)
"Afia a língua."
(Agia em consonância)
Mas a ânsia ainda subia na garganta
(Como nada encanta?)
(Como nada encanta?)
A dor era sim uma escolha.
"Recolha".
Expulsou e pulsou vida.
E em cada folha e verde
pôde ver, de longe,
repúdio ao discurso desdém
Daquele que se vê melhor e além
por vomitar ódio e reclamações vazias.
pôde ver, de longe,
repúdio ao discurso desdém
Daquele que se vê melhor e além
por vomitar ódio e reclamações vazias.
Eu?
Prefiro declamações!
Poesias!
Prefiro declamações!
Poesias!
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Fernanda de Lima Almada
Uberaba, 10 de janeiro de 2016
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