domingo, 25 de outubro de 2009

Honestidade...












As mãos tremem...
e temem.
Dizer? O quê?


Consciência...
clOrificada.
Pensamento...
destrutivo.


Atitude...
indiferente.
No rosto...
falso sorriso.


Nos olhos...
triste visão.
No coração...
...lamentação.


Fernanda


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"Nenhuma propriedade, nenhuma quantia de ouro e prata 
é mais estimável do que a honestidade." (Cícero)


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"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar 
a desonra, de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, 
o homem chega a desanimar-se da virtude, 
a rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto." ()






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(...)


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domingo, 4 de outubro de 2009

O espelho e o vento















Nele vi refletir
o que oculto o tempo eterno esconderia.
A razão do tempo agora bate e insiste em vencer
o que [n]o paraíso de tempo passado não permitiu
o vento da verdade sua face de nós se esconder.

A imagem confusa sempre intacta
A luz que cega
O som que ensurdece

O olhar que instiga
A voz que ensandece

Na ocasião ontem
No momento hoje
Na noite e dia sempre




Fernanda


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Ouvindo: One Last Goodbye - Anathema

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Entre Trovões e Rosas




















Um grito no escuro
E o fluxo gélido percorre seu corpo
Como a água que corta a montanha
sem nem mesmo pedir licença.


Explosões de luzes que iluminam e amedrontam
os cabelos e pensamentos emaranhados pelo vento.


Do medo à paz
Entre trovões... e rosas.








Fernanda

30/09/2009